Eu andei pensando nas músicas que escuto hoje e na quantidade de gêneros musicais que aprendi a respeitar conforme os "dias em meu nome" foram passando, e acabei percebendo que minha versão adolescente provavelmente me odiaria. "Como assim você acha isso bom? Não é rock seu imbecil". Acho que eu ouviria isso do José Luiz versão teen de uma forma ainda mais agressiva na verdade.
Mas então depois de pensar nisso comecei a conectar amadurecimento musical ao crescimento como pessoa, concluindo que isso acaba se enquadrando com a maioria das pessoas que eu conheço.
Sei lá, acho que conforme você vai ficando mais velho a compreensão de que o seu gosto tanto musicalmente quanto de qualquer outra coisa, como gosto por comida, religião, ou até mesmo por esportes não é melhor do que o do seu vizinho. Mesmo que você não goste, o minimo de resspeito a todas as diferenças é essencial, e quando a gente começa a perceber isso se torna uma pessoa melhor e mais feliz.
Me rendo a um pop punk da mesma forma a que me encanto com Chico Buarque ou Novos baianos, passando pelo flow do mc guime e dobrando a esquina direto aos macacos do ártico, só para terminar o percurso no groove quântico dos meninos do forfun, e por aí vai. Fazia tempo que eu não escrevia nada sem relações com a Samara, então acho que por hoje é só.
Living la vida sã
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Amadurecimento conectado
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
A farsa do sítio do pica pau amarelo.
E eu me peguei pensando no meu pré três, colégio monteiro lobato e uma excursão super maneira até o sítio do pica pau amarelo (vale lembrar que minha professora era irmã da biba, e eu já me achava super foda nesse ano fatídico apenas por esse fato). Mas bem, aonde eu estava? Ah é, clima mágico, criançada animada para ~~viajar~~ de ônibus até o grande sítio do pica pau amarelo, conhecer o saci, a narizinho, pedrinho e a turminha do barulho inteiro. Lembro como se fosse hoje, as cantorias de ônibus e animação até finalmente chegarmos ao mágico sítio do caralho que cês tão ligado, é muito chato escrever o nome todo, então vou chamar a partir de agora de sítio.
A recepção começou com o nobre Visconde de Sabugosa(lembrem-se desse rapaz). Todo nobre, apresentou-se e mostrou todo o lugar, tia Anastácia com seus quitutes, Dona benta sendo um amor.
E então chegou a hora da emoção, fomos levados até tio Barnabé, faceiro que só, contando suas histórias com seu cachimbo na boca, fazendo questão de explicar as travessuras de saci pererê, e principalmente, da Cuca. Me lembro de chegar na toca da cuca e por realmente ser um sítio quase morrer caindo na grande montanha(ok, era um barranco, mas eu estava no pré três e tinha muita imaginação) e finalmente vislumbrar o caldeirão da megera, que nos assustou por um breve período. Lembro-me da cara de pau dos organizadores, guardando a visita do saci para o último minuto do segundo tempo, e perceber então que tinham outras turmas de outro colégio sentadas no gramado, e então alguém começou a cantar ''Saci, cade você, eu vim aqui só pra te ver''. E depois de meia hora de suspense o filho da puta apareceu numa colina ao longe, fazendo um joinha e sumindo, sem nem ter a cara de pau de dobrar o joelho e pular.
Nesse momento fiquei meio cabrero, mesmo sendo apenas uma criancinha, eu sentia que algo estava errado, talvez pelo fato de um jacaré com peruca falar, não sei, estava encucado. E finalmente a viagem ao sítio tinha chegado ao fim, todas as crianças com o sonho realizado e felizes, motorista ligando o motor, hora de voltar até são paulo até que, EPA. Um rapaz muito parecido com o Visconde entra no ônibus e pede carona, e EPA, ELE É O VISCONDE, POR QUE O VISCONDE ESTÁ DE CALÇA JEANS E CAMISETA? pensei comigo, e então descobri que o Visconde e todo mundo ali não existia, e a criança do pré três ficou em prantos, assim como todos que foram percebendo que nossa vida era uma mentira. Moral da história? Nenhuma, um mês depois papai noel era uma farsa, e o coelho da páscoa também. Ah, minha infância, próximo post será do dia que eu fiquei todo cagado no pré 2 fugindo de medo do banheiro. Hehe
A recepção começou com o nobre Visconde de Sabugosa(lembrem-se desse rapaz). Todo nobre, apresentou-se e mostrou todo o lugar, tia Anastácia com seus quitutes, Dona benta sendo um amor.
E então chegou a hora da emoção, fomos levados até tio Barnabé, faceiro que só, contando suas histórias com seu cachimbo na boca, fazendo questão de explicar as travessuras de saci pererê, e principalmente, da Cuca. Me lembro de chegar na toca da cuca e por realmente ser um sítio quase morrer caindo na grande montanha(ok, era um barranco, mas eu estava no pré três e tinha muita imaginação) e finalmente vislumbrar o caldeirão da megera, que nos assustou por um breve período. Lembro-me da cara de pau dos organizadores, guardando a visita do saci para o último minuto do segundo tempo, e perceber então que tinham outras turmas de outro colégio sentadas no gramado, e então alguém começou a cantar ''Saci, cade você, eu vim aqui só pra te ver''. E depois de meia hora de suspense o filho da puta apareceu numa colina ao longe, fazendo um joinha e sumindo, sem nem ter a cara de pau de dobrar o joelho e pular.
Nesse momento fiquei meio cabrero, mesmo sendo apenas uma criancinha, eu sentia que algo estava errado, talvez pelo fato de um jacaré com peruca falar, não sei, estava encucado. E finalmente a viagem ao sítio tinha chegado ao fim, todas as crianças com o sonho realizado e felizes, motorista ligando o motor, hora de voltar até são paulo até que, EPA. Um rapaz muito parecido com o Visconde entra no ônibus e pede carona, e EPA, ELE É O VISCONDE, POR QUE O VISCONDE ESTÁ DE CALÇA JEANS E CAMISETA? pensei comigo, e então descobri que o Visconde e todo mundo ali não existia, e a criança do pré três ficou em prantos, assim como todos que foram percebendo que nossa vida era uma mentira. Moral da história? Nenhuma, um mês depois papai noel era uma farsa, e o coelho da páscoa também. Ah, minha infância, próximo post será do dia que eu fiquei todo cagado no pré 2 fugindo de medo do banheiro. Hehe
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
You're a mess
Sei lá, eu sou uma bagunça interior, e o que me faz diferente de todo mundo? Nada.
É complicado, mas eu percebo que todos ao meu redor, mesmo sem ter nenhum contato vivem nesse conflito interno.
O mundo é um verdadeiro circulo vicioso, aonde alguém te deixa uma bagunça por dentro, e a sensação de que não tem conserto é horrível.
Pessoas que bloqueiam sentimentos talvez sejam mais felizes, sem esse peso todo de cicatrizes que vão se acumulando ao longo dessa estrada que vivemos.
Mas da mesma forma, também talvez pessoas que não sintam e passem por essas provas nunca alcancem a felicidade real. Veja bem, qual a graça da vitória em uma guerra sem batalhas perdidas?
É através da sensação de derrota que a vitória passa a ser valorizada. E mesmo fazendo esse tipo de analogia clichê, é nisso que eu me prendo a cada derrota que já tive, as vitórias deliciosas que vem ou estão por vir posteriormente.
Eu tenho uma certa admiração pelas pessoas que não se esquecem disso, e dia após dia lutam incansáveis para arrumar essa bagunça toda, e tento fazer o mesmo.
Como diria aquele poeta da minha geração, Histórias, nossas histórias. Dias de luta, dias de Glória.
É complicado, mas eu percebo que todos ao meu redor, mesmo sem ter nenhum contato vivem nesse conflito interno.
O mundo é um verdadeiro circulo vicioso, aonde alguém te deixa uma bagunça por dentro, e a sensação de que não tem conserto é horrível.
Pessoas que bloqueiam sentimentos talvez sejam mais felizes, sem esse peso todo de cicatrizes que vão se acumulando ao longo dessa estrada que vivemos.
Mas da mesma forma, também talvez pessoas que não sintam e passem por essas provas nunca alcancem a felicidade real. Veja bem, qual a graça da vitória em uma guerra sem batalhas perdidas?
É através da sensação de derrota que a vitória passa a ser valorizada. E mesmo fazendo esse tipo de analogia clichê, é nisso que eu me prendo a cada derrota que já tive, as vitórias deliciosas que vem ou estão por vir posteriormente.
Eu tenho uma certa admiração pelas pessoas que não se esquecem disso, e dia após dia lutam incansáveis para arrumar essa bagunça toda, e tento fazer o mesmo.
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| I even miss thing i hated at this point |
Como diria aquele poeta da minha geração, Histórias, nossas histórias. Dias de luta, dias de Glória.
domingo, 12 de maio de 2013
Introdução a Escuridão.
Bem, como sempre as coisas acabam me levando até aqui. Esse estupido diário é a única coisa concreta que tenho em minha vida desde que toda essa merda começou a acontecer. E mesmo ele parece que tende a me abandonar nessa guerra solitária contra a escuridão. Digo isso após perder todas as minhas anotações no encontro que tive com Pain, aquele demônio desprezível.
Veja bem, eu não estou com saco de contar tudo que passei até agora, no auge de meus 23 anos, já fiz isso uma vez e perdi tudo. Então por hora, apenas continuarei meus desabafos sobre o que tem acontecido. Caso você esteja lendo isso, ou é uma criatura das trevas(e se for, seus dedos já devem estar começando a corroer, eu espero) ou então algum desses mortais curiosos. Independentemente disso vou apenas me apresentar com o necessário, algo para saberem quem está escrevendo nesse diário patético. Me chamo Gale Evans, ou pelo menos atendo por esse nome desde que me lembro. Não sei exatamente o que sou, mas sei que as criaturas das trevas existem, e de alguma maneira eu sei exatamente como as enfrentar quando elas decidem tentar me matar.
Clichê de series toscas né? Bem, queria que minha vida acabasse igual clichês dos filmes e seriados, pelo menos eu teria alguma donzela, ou um desses personagens que fazem papel de palhaços ao meu lado. Contudo aqui estou, escondido em um kitnet na majestosa Londres, escrevendo sobre o que provavelmente será a única coisa que vai sobrar quando eles finalmente me acharem.
Meu deus, posso sentir os sussurros da noite me chamando, como se as criaturas estivessem tentando me enlouquecer em um looping infinito, até que eu perca o controle e acabe os enfrentando fora de minha sanidade, mas eu serei forte, por mais deprimente que seja o local aonde estou, sei que aqui eles não vão me encontrar, pelo menos não tão cedo.
Mudei de ideia, eu vou aproveitar o pouco tempo que me resta para contar tudo que aconteceu comigo até eu finalmente terminar escondido nesse buraco escrevendo. Atento para que o leitor antes de começar a leitura do que está por vir a apenas uma coisa: Assim que você começar a ler e descobrir a verdade eles vão sentir sua presença vão começar a caçada, e a caça é exatamente você. Eles vão tentar silencia-lo a todas as custas, não podem deixar vestígios no mundo dos mortais, não se a permitem tamanho luxo.
Meu último aviso acaba aqui, após começar a ler provavelmente sua sede por conhecimento o transformará, e acabará o mandando para o mesmo mundo obscuro que me encontro, ou até mesmo pior. Mas bem, se a tentação pelo que é desconhecido for mais forte, e você começar a ler, prepare-se para o mundo como ele realmente é.
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| E quando eles finalmente encontrarem, estarei pronto. |
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Living la muerte sã II
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| E então a corda se rompeu... |
Aconteceu tudo tão rápido que quando dei por mim eu tinha um cosplay da bruxa de blair sobre mim com as mãos com dedos longos e garras ao invés de unhas e um riso tão maligno que eu não consigo descrever, era como se a cada gargalhada alguma coisa ao redor morresse de susto, algo assim. Ela fincou as garras em meus ombros e logo o sangue começava a escorrer sobre os mesmos, mas não gritei ou coisa do tipo, não era esse tipo de cara.
- Cara, você nem me pagou uma bebida e já está querendo meu corpo nu? Vamos com calma, gatinha
Dei uma risada disfarçando a dor e senti ela puxar meu corpo pra cima e bater contra o chão com força logo em seguida.
'' Mantenha a calma Joseph, os esqueletos, eles devem estar chegando ''
Foi isso que pensei repetidamente enquanto aquela boca se abria e uma língua enorme lambia minha orelha como se decidisse se eu era mais gostoso ao molho ou cru.
- Eu sssabia que você não resisssssstiria ao meu chamado, filhote de deusss, sssabia
Ela gargalhava enquanto dizia essas palavras com um tom de voz tão cruel quanto uma ida ao dentista do colégio público em que estudei, asssustador cara. Logo que ela terminou de falar eu pensei em algumas coisas. A primeira é que definitivamente ela falava com um leve sotaque de cobrês, língua de cobra, sei lá. E era ridículo. Segundo é que o alvo em um acampamento lotado de semideuses era eu. Porra, por que não querer matar um filho ou filha de Afrodite? aqueles barbies e kens eram totais inúteis Mas logo senti as garras dela descendo e levei meus olhos até o lugar, e finalmente meus amiguinhos esqueletos chegaram, o esqueleto numero um se movimentou como um verdadeiro soldado e tentou golpear com a espada no pescoço da bruxa de blair, e nesse momento eu achei que estava salvo. Mas bem, isso não era um filme de Hollywood onde o mocinho se da tão bem. Como um vulto ela desviou deixando as garras fincarem em minha carne como um anzol nesse meio tempo arrancando minha pele de leve, e sim, doeu pra caralho. Tão rápida quanto me atacou a garota se encostou em uma árvore, voltando a ter aquelas feições de menina linda com um sorriso ingenuo. Os dedos normais cobertos com meu sangue eram lambidos um a um como se fosse aquelas raspas de bolo que a sua mãe te deixa se lambuzar quando é pequeno.E aquela visão me deixava com um puta medo, fazia a Samara do filme do poço parecer uma gracinha.
- Eu vou voltar, filho da morte, nós temos planos para você
Ela disse com outro tom de voz, de um modo tão melódico que me causou a sensação de que queria que ela voltasse logo por um momento.
- Tá, mas quando voltar venha com as unhas feitas, nada sexy essa brutalidade toda.
Disse após me levantar e notar o sangue gelado escorrendo sobre meu corpo por um momento. O que aconteceu a seguir foi digno de se cagar, ela começou a gargalhar daquele modo novamente enquanto suas formas voltavam ao cosplay de atividade paranormal. Eu sabia que ela viria em minha direção, e cada segundo da risada parecia mais como uma hora. A pior sensação é saber o que vai acontecer, mas não saber quando, é horrível. E quando ela finalmente veio em minha direção soltou um grito abafado. Tão rápido quanto ela conseguia ser senti meu corpo ser transpassado e ela desaparecer. O susto foi tanto que eu cai sentado esbravejando nomes não tão fofinhos em grego antigo enquanto me levantava novamente já sentindo me enfraquecer pelo sangue perdido. Minha cabeça agora estava a mil, e eu pude perceber que logo que ela desapareceu o ambiente pareceu mais leve.
- Que caralho foi esse cara?
Foi a única coisa que saiu da minha boca naquele momento. Olhei para meus esqueletos e os olhei com o meu melhor olhar de:
'' Seus imprestáveis me ajudem a chegar até o acampamento vivo PORRA!''
E eles rapidamente me ajudaram a caminhar até a enfermaria, e eu só conseguia pensar em uma coisa sobre tudo que aconteceu:
'' Tomara que seja alguma filha de Apolo gostosa de plantão na enfermaria, essas loirinhas me matam''
O que? pensei isso mesmo, todo mundo deveria conhecer uma filha de Apolo pra entender. O caminho parecia quarenta vez mais longo na volta, e a cada passo o sangramento me deixava mais fraco, mas finalmente cheguei dentro da enfermaria e os esqueletos fizeram reverencia e se desintegrando logo em seguida. Logo que entrei na enfermaria acabei fazendo barulho de mais pela fraqueza e derrubando algumas coisas e rapidamente alguém apareceu. E NÃO, não era uma filha gostosa de Apolo, era um sátiro de rabo peludo que fez uma expressão de susto e rapidamente me levou até uma das camas da enfermaria e então bem, eu apaguei de cansaço e fraqueza.
Continua, risos
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Fantasmas da Realidade.
Sei lá, eu tava olhando pro mar quieto fumando um cigarro e escrevi isso meio sem saber de onde veio a ideia, manja? Mas bem, tava com o violão e gravei por zoeira na praia. To postando isso mais pra eu mesmo lembrar de coisas importantes, como a realidade de hoje em dia é uma merda, e pra me proteger dessas coisas, mas anyway. Leiam escutem, não leiam. Foda-se.
https://soundcloud.com/z-zin/fantasmas-da-realidade-rs
Vivendo na ideia de um mundo desigual
aonde você passa tem um cara desleal
um lugar que não se pode ser levado a sério
e os pensadores vão parar no necrotério
Sobrevivendo em uma vida falsa e imaginária
aonde os seus sonhos são cortados com navalha
mundo, cruél, falso e estressante
aonde o que você é só te torna irrelevante
Sim, hipocrisia e média social
vende a alma pro inimigo, se não tu se da mal
obrigação de uma realidade desgraçada
aonde o que vale na verdade não é nada
Não, não vou dizer, que você não vai sofrer
isso não é conto de fadas, sentimentos não valem mais nada
E realmente não importa o lugar
pra ter o seu sucesso as vezes vale até matar
marcas, dos seguidores do sistema
mantendo o pensamento que o resto é problema
Julgamentos de personalidades consumistas
aonde cê é quebrado no débito ou a vista
mentira, cê pode parcelar
a única religião é não poder amar
Isso, amor virou doença
liberta o que cê sente e pague sua sentença
planeta terra frio e calculista
mostrado e comprovado pelas capas de revista~
Não, não vou dizer, que você não vai sofrer
isso não é conto de fadas, sentimentos não valem mais nada
https://soundcloud.com/z-zin/fantasmas-da-realidade-rs
Vivendo na ideia de um mundo desigual
aonde você passa tem um cara desleal
um lugar que não se pode ser levado a sério
e os pensadores vão parar no necrotério
Sobrevivendo em uma vida falsa e imaginária
aonde os seus sonhos são cortados com navalha
mundo, cruél, falso e estressante
aonde o que você é só te torna irrelevante
Sim, hipocrisia e média social
vende a alma pro inimigo, se não tu se da mal
obrigação de uma realidade desgraçada
aonde o que vale na verdade não é nada
Não, não vou dizer, que você não vai sofrer
isso não é conto de fadas, sentimentos não valem mais nada
E realmente não importa o lugar
pra ter o seu sucesso as vezes vale até matar
marcas, dos seguidores do sistema
mantendo o pensamento que o resto é problema
Julgamentos de personalidades consumistas
aonde cê é quebrado no débito ou a vista
mentira, cê pode parcelar
a única religião é não poder amar
Isso, amor virou doença
liberta o que cê sente e pague sua sentença
planeta terra frio e calculista
mostrado e comprovado pelas capas de revista~
Não, não vou dizer, que você não vai sofrer
isso não é conto de fadas, sentimentos não valem mais nada
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Living la brisa sã

Bem amigos da rede living la vida sã. Hoje, 5 de dezembro de 2012 em meio a uma conversa bizarra sobre possíveis finais de temporada da serie chamada MUNDO (com direito a chuva de cds do latino combinados com CD players brotando do subterrâneo em um looping infinito de músicas desse grande artista) eu decidi fazer um texto com mais um pouco de brisa da pessoa que vos fala, ou melhor, vos escreve. Se hipoteticamente estivermos no fim de temporada da humanidade, você acha que a sua vida até aqui valeu a pena? Será que nós, meros mortais damos valor a essa sutíl e passageira passagem pela terra? Bem, eu acredito que em 80% dos casos da pessoa que vão ler isso (provavelmente na minha faixa etária) vão dizer que não, obviamente. Somos muito novos e já sobrevivemos a uns 58 términos de mundo, mas e se esse realmente for verdade? Bem, se for verdade nós temos apenas 16 FUCKING DIAS para recuperar o tempo perdido. AWSOME! Não sei vocês, mesmo não acreditando em um boom like dinossauros etc, só pra garantir eu vou aproveitar esses 16 dias ao máximo, dar valor a cada minutinho e fazer ele ser digno de ser inesquecivel. Temos duas opções, ou a gente vai se foder e morrer, ou no meu caso, se der sorte vou lembrar dos últimos 16 dias da minha vida que na verdade não passaram de mais um epic fail vindo diretamente dos Maias. Porém, só por via das duvidas, diga que você ama quem ama, dê um beijo na sua mãe, abrace o seu pai, fume um baseado com seus amigos maconheiros, converse coisas pseudo intelectuais com os nerds do ensino médio, encha a cara, escute uma boa música ou simplesmente converse por horas falando merda com quem é importante pra você, pode ser os últimos dias, não é mesmo? ANYWAY, LIVING LA VIDA SÃ.
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| ENJOY YOUR MOTHEFUCKING LIFE DUDE |
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