quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Living la brisa sã




Bem amigos da rede living la vida sã. Hoje, 5 de dezembro de 2012 em meio a uma conversa bizarra sobre possíveis finais de temporada da serie chamada MUNDO (com direito a chuva de cds do latino combinados com CD players brotando do subterrâneo em um looping infinito de músicas desse grande artista) eu decidi fazer um texto com mais um pouco de brisa da pessoa que vos fala, ou melhor, vos escreve. Se hipoteticamente estivermos no fim de temporada da humanidade, você acha que a sua vida até aqui valeu a pena? Será que nós, meros mortais damos valor a essa sutíl e passageira passagem pela terra? Bem, eu acredito que em 80% dos casos da pessoa que vão ler isso (provavelmente na minha faixa etária) vão dizer que não, obviamente. Somos muito novos e já sobrevivemos a uns 58 términos de mundo, mas e se esse realmente for verdade? Bem, se for verdade nós temos apenas 16 FUCKING DIAS para recuperar o tempo perdido. AWSOME! Não sei vocês, mesmo não acreditando em um boom like dinossauros etc, só pra garantir eu vou aproveitar esses 16 dias ao máximo, dar valor a cada minutinho e fazer ele ser digno de ser inesquecivel. Temos duas opções, ou a gente vai se foder e morrer, ou no meu caso, se der sorte vou lembrar dos últimos 16 dias da minha vida que na verdade não passaram de mais um epic fail vindo diretamente dos Maias. Porém, só por via das duvidas, diga que você ama quem ama, dê um beijo na sua mãe, abrace o seu pai, fume um baseado com seus amigos maconheiros, converse coisas pseudo intelectuais com os nerds do ensino médio, encha a cara,  escute uma boa música ou simplesmente converse por horas falando merda com quem é importante pra você, pode ser os últimos dias, não é mesmo? ANYWAY,  LIVING LA VIDA SÃ.

  
ENJOY YOUR MOTHEFUCKING LIFE DUDE




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Ato dois - Clichê de filme americano



Bem, eu tenho muita coisa para contar, e pouco tempo. Desde que escrevi a primeira carta as coisas começaram a acontecer tão rápido, que Lina, a filha de Hermes parecia uma tartaruga com muletas(cara, eu sei que estou viajando, mas eu dei uns bolas pra escrever isso e tirar o stress) . Bem, como vocês se lembram, eu sou o William Bridges, filho de Apolo de 19 anos que tinha uma vida próxima ao normal da maior parte do tempo, vivendo em Londres e tocando em inferninhos com a minha banda, The hot Sun Child's (criativo nada né) para sobreviver. Olha, não vou resumir a outra carta, se você não leu, nem sei o que está fazendo com a segunda, sugiro que queime e enfie no seu.. Bem, no lixo, hehe. Os primeiros dias após a tatuagem ser pregada no meu corpo foram normais, cheguei até a pensar que papai estava só entediado e brincando comigo, mas infelizmente a dois dias atrás eu percebi que não. Eu estava indo pegar um night bus depois de sair de um desses inferninhos do centro de Londres meio bêbado, eu e minha fiel e inseparável garrafinha térmica com whisky barato e meu visual pseudo rockstar: Um sobretudo preto, calça jeans surrada da mesma cor e um all star de couro.
 Cara, vou ser sincero, a pessoa que vos fala estava cambaleando e cantando uma mistura de Rock N Roll Star do Oasis com Let it Be do Beatles, algo totalmente bizarro de se escutar as 4 e meia da madrugada. Até os mendigos me olhavam assustados, mas percebi que era pelo fato de meus olhos estarem completamente amarelos, e todo lugar que eu passava ficar tão iluminado quanto o dia. Nem percebi que estava usando meus poderes de tão embaçada que minha vista estava, mas foda-se. Os mortais nem deviam estar vendo isso direito.
Deixa eu explicar, os humanos assimilam qualquer coisa fora da realidade deles do jeito mais próximo ao real, podiam estar vendo um doido bêbado cheio de lampadas de alta voltagem iluminando tudo, ou um palhaço em um trio elétrico, tanto faz. O problema é que eu percebi um mendigo me seguindo. Um senhor barbudo e corpulento com roupas rasgadas e um sorriso maléfico, igual o que seu avô provavelmente faz quando vê a vizinha gostosa de top e shortinho, sabe? Só que ele realmente parecia me comer com os olhos, e no sentido literal, não o do tarado do seu vô. Eu apertei o passo sempre olhando discretamente para traz, notando que ele fazia o mesmo. O problema é que eu resolvi ser o protagonista desses filminhos clichê e acabei entrando em um beco sem saída. Típico, né? Quando eu me dei conta o velha guarda de dois metros de altura estava bloqueando o caminho.
Isso é um lestrigão, feiosão.
A questão é que agora ele não era mais apenas um velho. Só havia sobrado a calça rasgada dele, o corpo era bem peludo e os dentes tão pontudos quanto os de um tubarão. Percebi que ele tinha bem mais que dois metros, e eu completamente bêbado, muito legal. Obviamente, eu fiz o que eu faço de melhor em situações como essa. - Ei grandão, você não sabia que hoje em dia ter muito pelo não faz sucesso com as garotas? você devi.. - Eu nem consegui terminar de falar e senti uma dessas latas de lixo passar como um tiro ao lado da minha cabeça e se espatifar na parede do beco. Dei um sorrisinho torto abri minhas mãos. Me concentrei e com o treinamento que tinha condensei duas esferas de luz prontas para explodir naquela criatura. Eu já sabia o que era, um lestrigão. Mas um lestrigão sozinho não fazia sentido nenhum. Provavelmente ele tinha amigos próximos, e eu tinha que me apressar. Antes de eu atirar a voz dele falou. - Mim matar você, e depois dar para o chefe, ganhar pontos com isso - Eu nem respondi, comecei a rir de bêbado que estava, o grandão nem falar sabia, quanto mais me matar. Sorte que eu já treinei muito depois de bebedeiras com os filhos de Dionísio  atirei a primeira esfera na parede, chamando a atenção dele,  que ficou olhando para a luz igual um retardado. Nesse meio tempo eu já tinha outra esfera de luz na mão e como um bom arqueiro filho de Apolo, acertei o estomago do filho do donkey kong, o transformando em pó logo em seguida. Isso seria rotineiro para um semideus, monstros querendo nossas cabeças, etc e tal. Mas aquele era diferente, ele me queria para alguma coisa, e não era bem ele, um chefe queria fazer algo com meu corpinho sensual. Cheguei em casa e capotei, e quando acordei saltei da cama de susto, caindo de bunda no chão logo em seguida. Porra, tinha uma ninfa dos ventos me observando dormir, isso era muito edwardfreak cullen pro meu gosto. Não tenho mais tempo de escrever, explico melhor na próxima carta diário porque o sátiro do meu lado sente cheiro de monstros, até.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Living la chance sã.


Não vou dizer que acasos são casos desenfreados, isso é baboseira. As coisas não acontecem quando você quer, e sim quando você está pronto (mesmo que em 90% você pense que estar pronto é sinônimo de ''eu quero'') Doido, né? As vezes você busca desesperadamente por uma coisa e se decepciona em todas as tentativas, ai passa um tempo e ela simplesmente chega até você. E quando isso acontece amigo, é porque você está pronto para o desafio, você tem a oportunidade de conseguir o que você ''quer'' ou fracassar. E isso é uma das coisas mais belas e divertidas da vida, a luta pelo que você acha que é seu (charlie brown jr o caraio). O interessante que a gente nunca fica satisfeito, e quando isso acontece sempre acabamos em dois padrões de reação:

O primeiro é claro, se você conseguiu o que você queria, como a garota dos seus sonhos, ou aquele trampo foda que você lutou, um carro novo ou até mesmo o orgulho do seu pai vai te trazer estase  um prazer tão bom que vai entorpecer tudo de ruim ao seu redor, nada mais vai importar naquele momento. É bom né? só que essa sensação vicia, e logo o que você conquistou não será suficiente, e então você vai correr atrás de mais alguma coisa, e se preparar para conquista-la. Isso é bom, em minha opinião, a eterna luta para dar sentido a vidinha babaca que todos nós vivemos (tirando obviamente as partes fúteis e consumistas).

Já o segundo caso é aquele frustrante que todo mundo já passou, o clichê do querer e não poder. É uma bosta, tentar, e tentar e não obter sucesso. Mas bem, na maioria dos casos você acha que só pelo fato de querer tal coisa te da o direito de consegui-la, tenta mas não se prepara para as tentativas, e falha. A sensação é horrível, você pensa em descontar em tudo e todos pelo seu fracasso, mas quando você estiver pronto vai rolar.

É claro que tudo isso é minha opinião, você pode se identificar com isso ou não. risos

sábado, 24 de novembro de 2012

living la luta sã

Sabe quando chega o fim de ano e você pensa em desistir? Nada tá dando certo, né? Ai cê começa a refletir que mais um ano está terminando, e nada mudou, mentira, você pensa que tudo mudou menos VOCÊ, a pessoa estagnada. Ai você começa a descontar nos outros, fica puto, triste, desconsolado com essa situação que você pensa estar vivendo. Bem pessoa que está lendo isso, vou te contar um segredinho. Você teve bilhões de motivos para sorrir esse ano, e provavelmente sorriu em grande parte deles. Você aproveitou a sua vida sim. Talvez você esteja tão bitolado com as regras que a sociedade te impõe, que esquece das coisas sutis que aconteceram, como aquele seu amigo idiota que sempre arruma um jeito de fazer ambos ficarem chapados em uma terça-feira babaca e rotineira. Ou aquele rolê que você fez e se divertiu pra caralho sem um puto na carteira. Até mesmo a porra de um nascer do sol com gente bêbada ao seu redor. Se você está no chão, lembre-se: quanto mais tempo você demorar pra se reerguer, mais difícil vai ser. Ano que vem tem mais, GET UP, and FIGHT.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Ato um - Grandes Planos.


        









  Sabe, ser filho de Apolo da maioria das vezes é algo legal. Veja bem, eu até que sou bonito, e quando os monstros do circo dos horrores não me enchem o saco, consigo fazer música em alguns inferninhos de Londres. Antes de eu começar a contar minha história,  deixa eu me apresentar.
         Me chamo William Bridges, fiz 19 anos no começo desse ano (estou escrevendo essa cartinha de talk show em outubro) e já passei pelo chamado ''treinamento dos freaks'' ou, me formei no acampamento meio-sangue, tanto faz. Para a maioria dos semideuses, a vida não é um big show time como de alguns super poderosos de profecias, etc. Sou bem treinado para me defender, mas ao menos que eu esteja em um dia de azar, os filhotes do tártaro não me chamam pra dançar lambada. 
       Até que tudo começou a mudar. Well, meu big dad, Apolo resolveu que seria legal me colocar a luz dos holofotes, (entendeu a piadinha? luz, deus do sol e tals, hehehe) justo quando minha banda estava começando a progredir. Ele me fez uma visitinha após um dos ensaios na casa do James e disse que tinha, vou repetir nas palavras dele ''grandes planos pra você, filhão, logo entrarei em contato'' e desapareceu com o carro de caixa de cereal dele. Só pra constar: PORRA! grandes planos? Será que acabou o churrasco no Olimpo e ele ficou entediado? Sei lá. O problema é que após essa visita, tudo começou a mudar. 
       Como todo pretendente a estrela do rock, eu tenho tatuagens, meus braços são completamente fechados com diversos símbolos e desenhos gregos, além de algumas frases que eu achei que faziam sentido, mas não vem ao caso. Umas noites atrás eu acordei com o peitoral ardendo, como se eu estivesse em uma dessas fogueiras de canibais de barriga para baixo preso em uma estaca de madeira gigante que fica girando, sabe? só que parado de barriga para baixo. O interessante é que eu nem lembrava mais o que era sentir isso, o calor não me afeta, já que sou filho do deus do sol, right? Bem, doeu pra caramba, e quando a dor sessou, eu estava com uma 
tatuagem nova. Um sol flamejante cobria todo meu peitoral, na verdade era tão grande que terminava quase no fim da minha barriga. E o mais bizarro era as escritas em grego antigo que contornavam todo o circulo do sol, e quando eu finalmente tomei coragem e li, a mensagem dizia: ''O filho do profeta após anos ressurgirá, e grandes revelações após ser colocado a prova o 
mesmo irá profetizar''. 
     Quando eu li isso grafitado no meu peito acendi um cigarro e comecei a rir comigo mesmo, enquanto tocava na tatuagem perfeitamente cicatrizada. Ela apesar de tudo era uma puta tatuagem legal. Mas caralho véi, vou ser colocado a prova? Será que um Ciclope de terno vai bater na porta de casa um dia com uma pasta na mão e vai dizer: - Hum, seja bem vindo ao teste dos deuses senhor Bridges, tenho uma prova com 200 perguntas e você tem meia hora para responder. Hum, acho que como meio-sangue eu sei que isso vai envolver uma festa mais agitada. Mas bem, ja que eu vou viver isso, vou documentar tudo. Essa é a primeira carta diário do ex pretendente a estrela do rock, e se você está lendo isso, ou eu morri, ou achei divertido divulgar em alguma rede social, para as crianças ficarem vidradas e comerem doritos com coca enquanto leem.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Living la muerte sã




Sair do acampamento aquela noite talvez não tivesse sido a melhor ideia que tive desde a vez que achei divertido botar fogo no rabo do Sátiro. Mas veja, aquela voz na minha cabeça começava a me enlouquecer. Bem, para explicar isso tenho que voltar a duas semanas atrás, quando uma voz feminina começou a chamar meu nome sempre no toque de recolher. A voz toda noite desde então suplica por ajuda desesperadamente na floresta. Como filho de Thanatos, eu não devia ter medo de nada, não é mesmo? ''Sou o filho da morte, vou até essa florestinha'' murmurei e levantei da cama.
Me vesti com uma calça jeans preta e meu tenis all star azul marinho, sem camiseta para tentar intimidar qualquer coisa que tentasse me perturbar na calada da noite. Para você, que está lendo isso e não entendeu, vou te explicar. Como meio-sangue filho da morte, eu tenho um visual um pouco diferente dos mortais e da maioria dos semideuses. Começando pela minha pele, que é tão branca quanto a dos vampirinhos que as menininhas adolescentes são apaixonadas. Seguido de ambos meus braços completamente fechados de tatuagens, com escritas em grego antigo em preto e símbolos, além de ter uma caveira em cada antebraço. Meus cabelos são lisos e negros como a escuridão de um abismo a noite, e o mais inusitado está nas minhas costas. Eu possuo asas negras, como meu pai. Asas enormes, que me dão um ar de anjo da morte. Eu sei, sou péssimo em me descrever, mas tente fazer isso com você, e vê se sai melhor.
Quando eu sai do meu chalé, caminhei lentamente pelas sombras para não me perceberem antes de chegar na floresta, com a voz da moça gritando a casa passo cada vez mais alto, me causando uma sensação que até então era desconhecida. Eu estava sentindo agonia. A única coisa boa é que ela também servia como um GPS Screamo. Logo que pisei na floresta, me lembrei do quão perigoso aquilo seria. O único lugar do acampamento em que haviam monstros selvagens prontos para te transformar em bigmac na primeira oportunidade.
As folhas das árvores balançavam com a brisa gelada como uma espécie de alarme a cada passo avançado, parecia que elas sabiam a merda que eu estava fazendo e me alertavam. O grito ficava cada vez mais alto, não lembro em que parte do caminho parou de sair da minha mente e ser real, mas foi o que aconteceu. De nervosismo fiz o que eu sabia fazer de melhor. Comecei a cantarolar ''Oh Death'', na versão da Jen Titus. Só que comigo isso tinha um propósito diferente. Conforme minha voz ficava mais forte, meus olhos mudavam de preto normal, para um negro sombrio e profundo. Mortais que vissem meus olhos assim teriam a visão do submundo em que acreditam. Alguns veriam os campos de asfódelos, outros o inferno e  outros o umbral. Mas era certo que sempre veriam seu pior pesadelo após morrer. E em questão de segundos duas rachaduras abriram no solo, e dela dois esqueletos com armaduras romanas surgiram. Ah, esqueci de mencionar, como filho de Thanatos, eu posso conjurar esqueletos do submundo.
Eles eram mortos em combate de alguma guerra antiga romana e sabiam exatamente o que deviam fazer, me proteger. Agora eu caminhava até os gritos com um esqueleto na frente e outro atrás, como seguranças. O que certamente me fazia me sentir um pouco melhor.
Depois de 10 minutos caminhando, comecei a ver que algo realmente estava errado. Nenhuma criatura apareceu, parecia que estavam todas escondidas e não sairiam de suas tocas até Apolo resolver fazer o sol nascer no oeste. ''Porra, isso tá parecendo filme de terror, e eu sou o mocinho estúpido que vai no lugar que todos ficam putos, sabendo que vai dar merda'' Pensei isso comigo mesmo, mas nem deu tempo de continuar o raciocinio, logo eu vi a mulher dos gritos amarrada contra uma árvore. A expressão de tristeza nos olhos aparentemente verdes cheio de lagrimas dela me fez amolecer. Cara, entendam meu lado, era uma garota da minha idade provavelmete, 17 anos. Tinha os cabelos tão negros quanto os meus e um rosto tão lindo, que chegava a dar tristeza ao nota-la chorando e assustada desse jeito. Fiz um sinal com a mão mandando os esqueletos ficarem aonde estavam para não assustar mais a garota e me aproximei, com um sorriso. ''Calma, vai ficar tudo bem'' pisquei o olho para ela e continuei dizendo ''Vou te tirar daqui rapidinho''. Eu estava tão distraido que não notei os olhos a garota ficarem vermelhos como sangue, e os lábios da criaturinha formarem um sorriso tão maléfico que faziam a gargalhada de minha professora de matematica parecerem música clássica. E então a corda se rompeu.


Continua..Risos

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Living la vida sã.



Amigo, relaxa que essa sua vontade louca de se apaixonar não atinge só você, atinge a TODOS. Isso mesmo, a todos. Claro que tem aquele tipo de pessoa que diz para si mesmo que está bem sozinha, que nunca mais quer sentir esse tipo de coisa de novo. Mas na boa? Bullshit. O inconsciente de qualquer um grita desesperadamente por outro alguém para o ajudar a continuar aquele ciclo obvio. ''>>> Paixão > Tesão > Acomodação > Término > Ódio por relacionamento <<<''. Sim, esse é meio que um padrão em qualquer relacionamento contemporâneo. E o pior, o inconsciente de cada um sabe que para sentir a paixão, terá de sentir todo o resto que vem nessa caixa de pandora em versão miniatura. A pessoa sabe que ainda vai  entrar na fossa, ou de maneira mais clara: Se foder.  Mas, me chame de clichê, aquela sensação de ''nada mais importa'' de sentir que essa embalagem de ossos que se movimenta chamada de corpo está tão completa quanto os sentidos vale a pena. Sei lá, se apaixone, se foda, amadureça. E até a sensação de tristeza momentânea, até a fossa é atraente para as pessoas. É uma forma de prolongar a paixão até o último segundo antes de se esvair. Doido né? Mas infelizmente esse tipo de coisa não vem com teste de sanidade, não existe ''living la vida sã''.